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Autores

 Escritora bageense, dedicada a livros mediúnicos e de autoajuda, Sarah Kilimanjaro faz sucesso fora do Estado. Com 20 livros publicados, ela divulga agora seu último título “Enquanto houver amor, haverá esperança", que traz a história de um amor proibido e suas consequências.


Sarah destaca que o último livro vendeu cinco mil cópias. “Estou recebendo reconhecimento dos leitores também de fora de Bagé. É maravilhoso saber que eles gostam dos livros que escrevo”, fala.

Atualmente, as obras da escritora são publicadas pela Editora Espírita Petit, de São Paulo. “Fiz contato com editoras de lá e recebi a grata surpresa quando esta editora manifestou interesse em publicar. Basicamente me concentro à noite e, nos livros  mediúnicos, nunca planejo nada. Faço muita pesquisa, o que me ajuda a entender as histórias e alinhavar os textos”, garante.

Sarah lembra que começou a escrever aos 48 anos. “Trabalhava numa farmácia, e chegava lá por volta de 7h, quando recebia os textos. Escrevia tudo em papel de embrulhar e depois ia numerando e guardando”, relembra.

Hoje, aos 71 anos, ela diz que já não escreve tanto como antes. “Teve uma época em que escrevia três livros ao mesmo tempo. Hoje trabalho apenas um de cada vez”, revela. Entre os livros mais vendidos “O segredo e Dévus, o príncipe egípcio. Foram obras que adorei escrever e que publiquei pela minha editora”.
Sarah Kilimanjaro é natural de Bagé.
 
 Professora aposentada na área de Pedagogia e pós-graduada em Psicopedagogia. Atuante no movimento espírita desde jovem, escreveu vários artigos publicados em jornais e revistas espíritas.
 
Atualmente é a presidente da Sociedade Espírita Vicente de Paulo. Dentre suas produções literárias, destacam-se obras de romance, reflexões espíritas, autoconhecimento e meditação.
 

1. Como você conheceu a Doutrina Espírita?
Conheci a doutrina por meio de um amigo e docente do meu curso de graduação. Conversando sobre assuntos pessoais que me afligiam, ele resolveu me emprestar um livro espírita. Apreciei a leitura mais do que poderia imaginar, percebendo de imediato que o estudo da Doutrina Espírita seria algo muito pertinente e maravilhoso em minha vida, no que eu estava certa, pois não o larguei mais (risos).

2. Quando o amor e o destino se encontram é seu primeiro livro espírita?:
Sim, é o primeiro, e gostaria que fosse o primeiro de muitos.  Eu também faço textos sobre outros temas, mas escrever livros espíritas é um compromisso à parte: além de disseminar a doutrina, essa prática me proporciona um prazer e satisfação inenarráveis.

3. Qual foi sua inspiração para escrever esse livro? O que a fez buscar a história na Guerra do Paraguai?
A história desse livro foi inspirada em um sonho que tive algum tempo atrás, no qual consegui visualizar a “cena” de uma linda história de amor, como se estivesse assistindo a um filme. Ainda que tenha sido um momento rápido, foi possível compreender o contexto no qual ela estava inserida. Então, de repente, quando acordei, ainda de madrugada, fiquei um tempo lembrando o que havia sonhado e, mais tarde, escrevi no papel o roteiro completo inspirado naquele sonho. Depois digitei tudo e comecei a desenvolver a história logo no dia seguinte.

4. O que a fez buscar a história na Guerra do Paraguai?
“Assistindo” àquela rápida “cena” em sonho, tive a impressão de que o casal que eu observava era unido por um amor verdadeiro e intenso, vindo de várias encarnações, sendo a última ocorrida em um período conflituoso. Então, durante as pesquisas para desenvolver a obra, percebi que a Guerra do Paraguai se encaixava muito bem dentro daquele contexto. Além disso, seria uma boa oportunidade para mencionar um importante marco histórico, o maior conflito armado ocorrido na América do Sul no século 19, quando o Brasil teve um papel importante. 

Nasci em São Leopoldo/RS no ano de 1980. Ao que me contam, desde pequeno sempre espantei meus pais com relatos de conteúdo mediúnico. Os fenômenos variavam em especificidade e intensidade.

E durante a infância nunca cessaram de acontecer. Sem entendimento, minha família se viu na contingência de procurar orientação e o fez através de amigos espíritas.

Durante a adolescência a intensidade das manifestações mediúnicas diminuiu, mas jamais deixaram de acontecer. Talvez o momento emblemático tenha sido por volta dos vinte anos, quando as manifestações voltaram a se intensificar. Com o senso crítico mais bem desenvolvido e desde pequeno amante da literatura, acabei me interessando por algumas obras espíritas. Que mais aguçaram minha curiosidade natural, e acabei por perceber que o que acontecia comigo antes de ser ruim era uma oportunidade valiosa que decidi não querer desperdiçar.

Passei freqüentar o Grupo de Estudos Espírita Irmão Áulus localizado bem próximo de onde residia. Quando lá cheguei já havia lido as obras básicas de Allan Kardec e após comentar as manifestações mediúnicas que aconteciam comigo com bastante freqüência fui convidado a permanecer no mesmo dia no grupo de estudos. Não demorou a que me visse integrado ao grupo em plena atividade. Habituado a leitura, certa noite, ao revisar um texto de A Gênese, de Allan Kardec, forte vontade de escrever me impulsionou a tomar lápis e papel. Imaginando não escrever nada além de reflexões pessoais, fui aos poucos tendo que pegar mais folhas em branco e ao final senti forte torpor em toda minha cabeça.

“Estamos mais sábios e maduros, é claro, mas a evolução é um trabalho que se faz a cada dia. Não podemos deixar de lutar por nossas convicções, nem de levar nosso trabalho adiante, educando as novas gerações.”

Em comemoração aos 158 anos da publicação do Livro dos Espíritos, a escritora Arlete Braglia, pseudônimo de Ada May, lançou o livro O Cético, seu primeiro livro espírita para o público adulto, que faz parte do Clube do Livro do Instituto Chico Xavier.

Arlete Braglia tem um filho de dez anos chamado Caio, é natural de São Paulo e reside atualmente em São Caetano do Sul. Formada em relações públicas, trabalha como professora e escritora de livros infantis. Conheça um pouco mais sobre a escritora Arlete Braglia, acompanhando esta entrevista concedida exclusivamente ao site do Instituto Chico Xavier.

Qual seu nome completo?
Meu nome é Arlete Braglia, mas uso o pseudônimo de Ada May  para escrever. Talvez, seja uma forma de abafar o ego.


Faz parte de alguma Casa Espírita e qual o trabalho que realiza na Casa?
Trabalhei por muitos anos em uma casa de São Bernardo do Campo, chamada “Obreiros do Senhor”, onde lecionei sobre mediunidade e fiz evangelização de adultos. Atualmente, dou palestras para crianças e também adultos.

Nossa entrevistada deste sábado é a conhecidíssima escritora e oradora Suely Caldas Schubert, residente na cidade de Juiz de Fora, MG.

Filha de pais espíritas, alegres e exemplares, como ela ressalta, começou a ler na biblioteca do genitor, livros sobre Espiritismo desde os 9 anos de idade.

Esse ambiente favorável, a participação na evangelização infantil, na Mocidade Espírita, o ingresso nas atividades doutrinárias e administrativas da casa espírita e o pendor para o movimento de unificação ensejaram a que Suely granjeasse a posição de referencia quando se busca definir o perfil do verdadeiro trabalhador espirita.

Além de ser autora consagrada e conferencista de grande prestigio, Suely teve a honra de conhecer muito de perto o trabalho de Chico Xavier e de Divaldo Pereira Franco, destinando a ambos páginas preciosas ressaltando facetas de suas vidas e de suas obras.

Só temos a agradecer essa oportunidade valiosa que nossa estimada irmã Suely nos concede revivendo lances de sua biografia rechea- da pelo trabalho diuturno enaltecido pela conduta exemplar.

Muito conhecido por seus livros, palestras e seminários por todo país, Quico - como é chamado - respondeu à nossa entrevista com carinho e atenção, trazendo informações de sua experiência como espírita e médium. Natural e residente em Catanduva, fundou há mais de 25 anos a Sociedade Espírita Boa Nova. Com formação em Administração e com curso completo em Neurolinguistica, voce pode conhecê-lo um pouco mais nas respostas que disponibilizamos.

Como o Espiritismo surgiu em sua vida?
Meu primeiro contato com o Espiritismo aconteceu quando eu morava na fazenda dos meus pais e era muito jovem. Naquela época notava alguns fenômenos curiosos, escutava passos e ruídos. Como recebi uma educação católica, acreditava que era tudo fruto da minha imaginação. Depois disso, com aproximadamente 18 anos de idade, minha mediunidade aflorou ostensivamente quando estive com amigos num terreiro de Umbanda. Meus braços começaram a formigar - sensação que tomou conta do corpo inteiro – e disseram que eu havia recebido um espírito. A partir daí as sensações mediúnicas que antecedem a incorporação ficaram cada vez mais comuns. Em 1973, o grande amigo Diomar Ziviani me orientou na questão espírita e me apresentou ‘O Livro dos Espíritos’ de Allan Kardec e ‘Voltei’ de Irmão Jacob. Foi meu primeiro contato com essas obras, mas a sensação era de que já conhecia aquelas lições. Através do estudo comecei a entender e administrar minha mediunidade.

“O conhecimento espírita é o farol que ilumina o caminho de quem passa pelas provações da existência”

Nosso entrevistado desta semana é Wellington Balbo, autor do livro “Arena de Conflitos”, escrito em parceria com Orson Peter Carrara, relançado recentemente pela Ceac Editora. “Arena de Conflitos” faz parte do Clube do Livro do Instituto Chico Xavier do mês de Novembro.

Wellington tem 37 anos, nasceu em Cafelândia – SP e mora atualmente em Bauru – SP, e tem dois filhos: Olivia de 14 anos e João Antonio de 9 anos.

Wellington é escritor, articulista, palestrante, redator de programa de rádio e estará estreando brevemente um programa de rádio em parceria com a Web Rádio Ceac de Bauru.

Saiba mais sobre Wellington Balbo, acompanhando esta entrevista concedida exclusivamente ao site www.institutochicoxavier.com

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O Clube do Livro Espírita Emmanuel foi criado em fevereiro de 2012 e faz parte integrante do Instituto Chico Xavier da cidade de Itu – SP, tendo como objetivo a divulgação da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, levando ao leitor, leituras edificantes que trazem  consolo e conhecimento.

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